



























As cores verdes andam um bocado esbatidas esta semana, em especial no que toca ao mundo do pontapé na bola. Mas o verde continua bonito... Não vale a pena falar na crise, ela está em todo o lado, por isso aqui fica uma sugestão para a ultrapassar:




























As cores verdes andam um bocado esbatidas esta semana, em especial no que toca ao mundo do pontapé na bola. Mas o verde continua bonito... Não vale a pena falar na crise, ela está em todo o lado, por isso aqui fica uma sugestão para a ultrapassar:
Frank Zappa 1940/1993



O Ryugyong Hotel começou a ser construído há mais de 20 anos, na capital da Coreia do Norte, Pyongyang. Anunciado como sendo o mais alto hotel do mundo, pretendia enaltecer o poder da Coreia do Norte e do respectivo regime ditatorial. Ainda na fase de construção a silhueta do hotel foi acrescentada à cidade em folhetos turísticos e de propaganda vária. Foram emitidos selos, montados vídeos e o feito foi divulgado em todo o mundo. Alguns anos após o início da construção a mesma teve de parar por falta de fundos. Quando a obra recomeçou descobriu-se que a fraca qualidade dos materiais utilizados levara a que o edifício tenha começado a rachar, encontrando-se toda a estrutura em perigo. A sua recuperação implicaria uma massiva reconstrução com custos exorbitantes e sem qualquer garantia de ser levada a bom porto. A ideia foi abandonada, a imagem excluída das brochuras turísticas e os selos saíram de circulação. A construção mégalomana e fantasmagórica continua lá, a assombrar o horizonte da cidade
O cartoon é da autoria de Bandeira e foi publicado hoje no Diário de Notícias. Para ver o cartoon diário e ainda os que foram publicados nos últimos dias pode ir aqui.
O quadro, intitulado “A origem do mundo” é este:
Neste momento vejo a sociedade portuguesa a regredir de uma forma exponencial e extremamente rápida; se há uns meses regressámos ao pós-25 de Abril, com ideias de nacionalizações de bancos, nesta época carnavalesca fomos mais longe e regredimos ao tempo do apogeu fascista, em que se denunciava o vizinho por ser comunista ou por não possuir licença de isqueiro.
Que fariam estas autoridades judiciais e judiciárias se os milenares templos da cidade de Khajurau (link para ver muitas mais imagens sobre os templos e obter alguma informação), na Índia, considerados património mundial pela UNESCO, se situassem em Portugal?





Talvez ordenassem o sua demolição, como fizeram os talibãs aos budas de Bamiyan, no Afeganistão?...
Com um bocado de sorte só beberam uns copitos a mais, dentro do espírito da época, e tudo não passou de pequenas brincadeiras de Carnaval. Antes isso que andarem a conduzir embriagados contribuindo para aumentar as estatísticas da sinistralidade. Assim só aumentaram as estatísticas do ridículo, da tacanhice, da prepotência e do desrespeito por regras básicas de uma sociedade democrática que cada vez mais se assemelha a uma miragem. É caso para os mandar para a origem do mundo da mãe deles.
O site do Santuário de Fátima anunciou há alguns dias a realização em Portugal do IV Campeonato Europeu de Futebol de Padres. O evento decorre de 16 a 20 de Fevereiro e conta com a participação de 130 sacerdotes em representação de 10 países europeus.
Será que os árbitros também são religiosos? Os jogadores aviam umas valentes cavilhadas uns nos outros e fazem simulações dentro da área? O público é constituído por freiras e monges? Quais as cores das batinas dos diversos países? Existem tácticas ou é tudo ao molho e fé em Deus?
Comentando um jogo realizado há uns meses no Maracanã, opondo uma equipa de padres a outra composta por artistas, frei Gersoneide Costa (grande nome, só os nossos irmãos brasileiros eram capazes de uma pérola destas), quando questionado sobre o uso de palavrões, tão comum no futebol, respondeu desta forma: "- Não tem como jogar bola e ficar calado. Às vezes, a gente solta alguns palavrões, sim. É bom evitar, mas a linguagem do futebol acaba nos contagiando. O mais impressionante é que aqui tem mais padre do que gente." - diverte-se o representante da Igreja Nossa Senhora de Guadalupe, na Zona Norte do Rio de Janeiro, Brasil.
Mas aquilo está a evoluir, sabem que já há uma Madona iraniana que se tornou famosa a nível internacional? Chama-se Madona Najarian e representou o Irão no torneio feminino da Federação Internacional de Ténis em Perth na Austrália. Parece que não joga grande coisa, já que o Irão perdeu com Singapura por 2-6 e 3-6, mas o equipamento deu nas vistas. A Sharapova que se cuide...






Esta foto contempla também a companheira no jogo de pares e mais elementos da equipa. A senhora de preto deve ser a treinadora ou dirigente da federação. Ou então está ali só para verificar se elas não se armam em galdérias e começam a mostrar os tornozelos ou o cabelo.
Foi há 100 anos que nasceu, ali para os lados do Marco de Canaveses, a brasileira mais famosa de sempre. Já agora, também a portuguesa. Carmen Miranda, que chegou ao Brasil com apenas 10 meses de idade, nunca abdicou da nacionalidade portuguesa. Do alto do seu metro e meio dominou a Broadway e depois Hollywood, tornando-se uma estrela mundial.


